terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Charge do Dia


Após nova reunião sem acordo salarial, servidores invadem Prefeitura

Manifestação foi realizada nesta terça-feira (26), em Presidente Epitácio. Executivo alega que a atual situação financeira do município é insatisfatória

Panelaço na manhã de hoje (26) em frente ao Paço Municipal
Após mais uma reunião sem acordo com a Prefeitura de Presidente Epitácio, realizada por volta das 8h desta terça-feira (26), sobre o escalonamento de salários dos servidores municipais, que ocorre desde 2015, os funcionários públicos invadiram a sede do Executivo, por volta das 10h, com o objetivo de obter mais adesões à greve realizada pela categoria.

Segundo a coordenadora da Macro Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de São Paulo (Fesspmesp), Regina Leite, foi uma invasão pacífica e não houve confusão. Ainda de acordo com ela, a manifestação desta terça-feira (26) contou com um número maior de servidores.

“Nós entramos na Prefeitura para chamar outros servidores para descer e apoiar a greve. Logo após, saímos em passeata do almoxarifado da Prefeitura até uma UBS [Unidade Básica de Saúde], também localizada no Centro da cidade, para fazer o mesmo alerta. Hoje [26], participaram da manifestação aproximadamente 350 servidores, um número maior em relação as anteriores”, destacou.

Conforme Regina, em assembleia realizada por volta das 11h30, também nesta terça-feira (26), em frente à Prefeitura, ficou definida a continuação da paralisação dos serviços.

“Na reunião com o prefeito, por volta das 8h, não foi firmado nenhum acordo, continuou o mesmo impasse. Ele alegou que a Prefeitura não tem dinheiro para pagar os salários, então, a greve continua e amanhã [27], a partir das 7h, haverá outro panelaço aqui em frente à Prefeitura, até que uma solução seja tomada”, ressaltou Regina.

Outro lado
A reportagem tentou contato, por telefone, com o prefeito Sidnei Caio da Silva Junqueira "Picucha" (PSB), para falar a respeito do assunto, nesta terça-feira (26), mas não foi atendido. No entanto, no dia anterior, o chefe do Executivo informou que a saída pelo escalonamento neste momento “é o que dá para ser feito, e que está realizando diversas ações para conseguir atender a esta solicitação, dentre elas a cobrança da dívida ativa junto à Prefeitura, redução no horário de funcionamento e até mesmo a redução no quadro de funcionários comissionados”.

Junqueira ainda enfatizou que “a situação financeira vivida hoje pela Prefeitura é insatisfatória e desagradável, e que trabalha para o mais rápido possível estar atendendo a essa reivindicação”.
G1

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Justiça suspende 5 vereadores e 4 servidores da Câmara de Rosana

Todos são alvos de uma ação penal do MPE por crime de peculato. Operação Devassa realizou buscas na manhã desta segunda-feira (25)

Um dos alvos da Operação Devassa é o presidente da Câmara Municipal
(Foto: Wellington Roberto/G1)
A Justiça determinou a suspensão do exercício da função pública de cinco vereadores e quatro servidores da Câmara Municipal de Rosana, todos alvos de uma ação penal em que são acusados pelo Ministério Público Estadual (MPE) da prática do crime de peculato. A denúncia da Promotoria de Justiça é de que eles desviavam para o proveito próprio recursos públicos de diárias de viagens.

De acordo com o juiz Victor Trevizan Cove, da Vara Única de Rosana, a medida imposta tem o objetivo de “interromper a continuidade das ações delitivas a eles imputadas”.

Entre os vereadores, a suspensão atinge quase metade da Câmara Municipal de Rosana, já que o Poder Legislativo é formado por 11 parlamentares. Um dos envolvidos é o presidente da Câmara, Roberto Fernandes Moya Júnior (PSDB). Os outros quatro são Cícero Simplício (PTB), Filomeno Carlos Toso (PTB), Valdemir Santana dos Santos (PPS) e Walter Gomes da Silva (SD).

Na manhã desta segunda-feira (25), a Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público Estadual, realizou diligências nas casas dos envolvidos para o cumprimento de mandados judiciais de busca e apreensão dos telefones celulares, chips e cartões de memória usados pelo acusados. O trabalho foi denominado de “Operação Devassa”. A Justiça também autorizou o recolhimento de “qualquer outro elemento de convicção” nas buscas domiciliares realizadas contra os denunciados.

A soma de todos os valores das viagens realizadas pelos acusados nos anos de 2014 e 2015 corresponde a R$ 341.480,61, valor que o MPE considera “absurdo e astronômico”. “Dinheiro público gasto com absolutamente nada de interesse público”, ressalta a Promotoria de Justiça.

“Com as investigações, além de condutas ímprobas, ficou caracterizada a existência de uma associação criminosa dentro da Câmara Municipal de Rosana composta pelos denunciados, com o único fito de desviar verbas públicas em proveito deles próprios”, aponta o juiz Victor Trevizan Cove.

“Muitas das viagens não eram realizadas. Para comprovar sua realização, os denunciados juntavam declarações genéricas, desprovidas de qualquer valor creditório, de que estiveram no local de destino, que não especificam qual o assunto tratado e nem demonstram o real interesse público da viagem. Na verdade, utilizavam-se do dinheiro público que lhes era confiado para seu bel prazer, pagando festas regadas com bebidas e prostitutas”, narra o magistrado.

Outro ponto citado pelo juiz é o de que os denunciados se hospedavam juntos no mesmo quarto e, sob a alegação de que a legislação que regulamenta a matéria não exige a devolução do valor da sobra, “incorporavam o dinheiro público restante, em prejuízo ao erário público municipal”.

“A denúncia está baseada em fortes elementos de prova que trazem indícios veementes da prática reiterada de crimes. Além disso, os indícios suficientes de autoria de tais práticas delituosas estão comprovados nos autos”, afirma o magistrado.

Além da ação penal por peculato, o MPE ainda moveu contra os envolvidos uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa.

As ações, tanto a civil quanto a penal, também envolvem a esposa do presidente da Câmara, Aline Rosa Aparecida Moraes. Segundo a denúncia, ela teria se apropriado de dinheiro público por meio de depósito realizado em sua conta bancária pessoal, em união de ações com o marido, e não consta relatório de despesa do valor de R$ 3.750 depositado.
G1

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Sem ganhador, Mega-Sena acumula em R$ 10 milhões

Ninguém acertou as dezenas do concurso 1.783 da Mega-Sena sorteado na cidade de Ponte Nova (MG), no fim de semana. O prêmio acumulou em R$ 10 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 04 - 06 - 16 - 18 - 21 - 38. A quina teve 67 apostas ganhadoras, que levarão R$ 29.033,90 cada. Outras 4886 apostas acertaram a quadra e vão ganhar R$ 568,75 cada.

As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em qualquer lotérica. A aposta mínima custa R$ 3,50.

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Inscrição para concurso da Prefeitura de Regente segue até dia 28

Até o próximo dia 28, seguem abertas as inscrições para concurso público e processo seletivo promovidos pela Prefeitura de Regente Feijó. A remuneração varia de R$ 666,99 a R$ 1.818,29.

O concurso visa o preenchimento dos cargos de estagiário (5), professor de Educação Básica I (1), professor de Creche (1), professor PEB II de Inglês (1) e Educação Física (1).

Já o processo seletivo formará cadastro de reserva para os cargos de Apoio Escolar-Creche (40), Professor de Educação Básica I (1) e Professor de Creche (1).

Para se inscrever é preciso acessar o site: www.primeconcursospublicos.com.br. As taxas vão de R$ 35 a R$ 65.

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Casal mineiro é preso usando notas falsas na região

Foram recuperados todos os objetos adquiridos 
nos estabelecimentos, além de duas notas falsas 
(Foto: Cedida/PC)
Policiais civis de Presidente Venceslau prenderam em flagrante um casal que aplicava golpes no comércio local, com uso notas falsificadas. Vários objetos comprados pelos acusados foram recuperados.

Após a informação do primeiro comerciante prejudicado, os policiais iniciaram investigação visando identificar um casal que estava repassando notas falsas no comércio. Residentes em Belo Horizonte/MG, eles foram detidos na residência dos pais da mulher, 34 anos.

Com eles, foram recuperados todos os objetos adquiridos nos estabelecimentos, além de duas notas falsas de R$ 50.

O homem, 55 anos, foi encaminhado à Cadeia Pública de Presidente Venceslau. Já sua esposa foi levada para a Cadeia Pública de Dracena. Ambos foram indiciados por estelionato e uso de moeda falsa.

Alerta

A Polícia Civil orienta possíveis vítimas da dupla que tenham recebido notas de R$ 50 com caracteres AA035863834 a comparecerem à delegacia da cidade. A polícia investiga a ação dos acusados na região.

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