terça-feira, 21 de junho de 2016

Dupla é presa com 52 tijolos de maconha escondidos em malas

Droga era transportada em um ônibus, nesta terça-feira (21). Apreensão foi na base de policiamento de Presidente Prudente

Tijolos de maconha estavam em três malas
(Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação)
A Polícia Rodoviária apreendeu, por volta das 2h desta terça-feira (21), 52 tijolos de maconha, no km 561,5 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Presidente Prudente. Conforme o registro da ocorrência, dois homens foram presos transportando o entorpecente em malas, dentro de um ônibus.

De acordo com as informações policiais, a dupla seguia em um coletivo com o itinerário Mato Grosso do Sul-São Paulo. Durante uma abordagem na base de policiamento, os agentes suspeitaram dos dois passageiros, de 44 e 47 anos, e realizaram uma vistoria minuciosa.

Eles estavam com três malas, todas carregadas com maconha. A droga totalizou 47 quilos.

Ao serem questionados, os indiciados disseram que "trocaram a droga com um veículo Fiat Pálio", que não teve a placa fornecida, e que revenderiam o produto ilícito em Vitória (ES).

Diante dos fatos, a dupla foi encaminhada à Delegacia Participativa de Presidente Prudente, onde teve a prisão ratificada em flagrante por tráfico de drogas. Os homens foram conduzidos à Cadeia de Presidente Venceslau, para posterior remoção ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá.

Os entorpecentes foram apreendidos. G1

Colégio São Paulo - Matrículas Abertas


Professores da Unesp também aderem à greve em Pres. Prudente

Grevistas pedem melhores condições ao ensino público e reajuste salarial. Alunos e servidores já haviam paralisado as atividades na universidade

Alunos, professores e servidores estão em greve (Foto: Wellington Roberto/G1)
Nesta terça-feira (21), a Assessoria de Imprensa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) informou que os professores do campus de Presidente Prudente aderiram à greve na instituição. De acordo com a Unesp, “como os alunos estão paralisados, é difícil avaliar a paralisação ainda”.

Conforme a nota, “a universidade informa que está aberta ao diálogo, recebe as pautas de reivindicação sempre que apresentadas e as conduz em suas instâncias administrativas nas unidades e na Reitoria". Em 30 de maio, após reunião entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e o Fórum das Seis, que representa as classes trabalhadoras de servidores docentes e técnico-administrativos, a universidade manteve a sua proposta de reajuste de 3% sobre o salário de maio e se comprometeu a conceder esse aumento assim que as suas condições orçamentárias e financeiras permitirem.

Os estudantes entraram em greve no dia 2 de junho com o objetivo de reivindicar melhorias em benefícios estudantis como também no próprio campus. Nos dias 19 e 24 de maio, os alunos já haviam paralisado as atividades na instituição de ensino como forma de alcançar as metas elaboradas.

Eles cobram o repasse de verbas referentes a bolsas de estudos, que, segundo o grupo, têm sido cortadas nos últimos anos, além da construção de um novo bloco de moradia estudantil e do aumento de mais 200 refeições até o fim deste ano no Restaurante Universitário (RU) do campus.

Outra exigência do movimento é a contratação de um psicólogo para prestar atendimentos de saúde mental aos discentes, docentes e servidores da faculdade. A adequação de acessibilidade no campus também é reivindicada pelos alunos.

Já no dia 3 de junho, foram os servidores técnico-administrativos do campus que entraram em greve. A decisão foi tomada em uma assembleia geral, realizada no dia anterior, na qual os 59 servidores participantes votaram por unanimidade pelo movimento.

Conforme o comunicado do sindicato, o motivo da greve “é a insatisfação perante a falta de reajuste imediato dos salários, tendo em vista a proposta insuficiente indicada pelo Cruesp [Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas], a qual sequer será atendida pela universidade".

O sindicato apontou ainda que “esta e diversas outras pautas relacionadas pelo Fórum das Seis, como contratação de servidores, aumento dos benefícios, reconstituição do ADP [Acompanhamento de Desenvolvimento Profissional] e das promoções por graduação balizam este e todos atos que têm surgido em vários outros campi da Unesp”.

A ocupação
Os estudantes realizaram no dia 1º de junho uma assembleia para determinar o movimento de greve, que contou a participação de 900 discentes. No dia seguinte, o grupo ocupou a diretoria do campus de Presidente Prudente em forma de protesto.

Além das solicitações em pauta, os estudantes também ressaltavam a precarização no ensino público, o repasse de verbas para a instituição e a paridade nos órgãos colegiados.

Na época, a Comissão de Comunicação dos estudantes informou ao G1 que os diretores da Unesp já haviam entrado em contato com os alunos e que se mostraram abertos ao diálogo. Os discentes explicaram que o movimento de greve só seria encerrado após uma negociação com a instituição, em que as reivindicações apresentadas fossem aceitas pela universidade.

No dia 5 de junho, os alunos desocuparam a diretoria da universidade após receberem uma intimação judicial. Na manhã do dia 6 de junho, eles se reuniram com a direção da instituição universitária para tratar sobre as reivindicações e a situação do movimento grevista. G1

Boscoli - BOSH Service em Presidente Venceslau


JBS mantém adiado fechamento de unidade em Presidente Epitácio

Frigorífico informou que aguarda uma proposta do governo do Estado. Secretaria de Agricultura disse que se resguarda de 'guerra fiscal'

Anúncio do fechamento do frigorífico gerou protestos de trabalhadores,
em Presidente Epitácio  (Foto: Murilo Zara/TV Fronteira)
O Frigorífico JBS manteve adiada a decisão do fechamento de sua unidade localizada em Presidente Epitácio, onde atuam quase 800 trabalhadores. A medida foi anunciada pela empresa após reunião realizada nesta segunda-feira (20) com representantes do setor e do governo do Estado de São Paulo.

A JBS informou, em nota, que aguarda a definição de uma proposta do governo na próxima semana que possa viabilizar a continuidade das operações em Presidente Epitácio.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo informou que, durante a reunião entre membros do governo paulista e representantes das empresas frigoríficas sediadas no Estado de São Paulo, foram debatidas várias questões referentes à atividade.

“O diálogo prossegue como tem ocorrido nos últimos anos, na busca da manutenção, dentro dos preceitos da responsabilidade fiscal e do resguardo do interesse público, das condições para que os frigoríficos estabelecidos no Estado possam desenvolver sua atividade, de forma a que São Paulo se resguarde de uma agressiva guerra fiscal de outros Estados”, salientou a pasta estadual, também em nota.

O prefeito de Presidente Epitácio, Sidnei Caio da Silva Junqueira (PSB), afirmou que o resultado da negociação nesta segunda-feira (20), em São Paulo (SP), foi "muito importante". "Pelo menos, sentou-se para tratar do assunto. Tenho esperança na manutenção da empresa na cidade e na reversão das demissões", disse.

O fechamento do Frigorífico JBS em Presidente Epitácio foi anunciado pela própria empresa na semana passada e gerou protestos entre os trabalhadores empregados na unidade. No entanto, diante das negociações com o governo do Estado, o frigorífico decidiu adiar o encerramento das atividades. No total, a unidade conta com 795 funcionários.  G1

Banco BMG - Crédito Consignado em Venceslau


Seguidores

Quem sou eu

Minha foto
Presidente Venceslau, Estado de São Paulo, Brazil
email: jornalintegracao@terra.com.br