segunda-feira, 22 de agosto de 2016

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FNL bloqueia a entrada de usina em Mirante do Paranapanema

Grupo reivindica as áreas usadas para o plantio de cana-de-açúcar. Veículos de grande e pequeno porte são impedidos de entrar na unidade

Grupo informou que deve continuar no local até o fim do dia (Foto: Cedida)
Manifesto segue de forma pacífica, segundo a PM (Foto: FNL/Cedida)
Na manhã desta segunda-feira (22), integrantes da Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL) bloquearam a entrada de uma usina no km 13 da Rodovia Euclides de Oliveira Figueredo (SP-563), em Mirante do Paranapanema. De acordo com a coordenadora regional do movimento, Edna Torriani, o ato visa reivindicar as áreas usadas para o plantio de cana-de-açúcar na região e pede pelo fim da corrupção e aceleração da reforma agrária.

Conforme Edna, cerca de 70 pessoas, com faixas e bandeiras, fazem parte do ato que segue pacífico. “Não deixaremos os veículos de grande e pequeno porte passarem e nem os funcionários. Nosso ato é contra as usinas que beneficiam apenas a si e aos grupos que nelas trabalham”, afirmou .

Segundo a coordenadora, a ação reivindica contra as áreas que possuem plantação de cana-de-açúcar na região do Pontal do Paranapanema. “Essas terras não favorecem aos assentados, pois poderiam ser cedidas para quem precisa. Além de que, mesmo com essas plantações, o etanol e o açúcar na região continuam com o preço alto. Nossas famílias acabam sendo esquecidas”, ressaltou.

Outro ponto mencionado por Edna como motivação do ato, é o pedido pelo fim da corrupção no país. “O dinheiro que é obtido na Operação Lava Jato poderia ser revertido para a reforma agrária, para ajudar na aceleração e desenvolvimento, mas, o que vemos é apenas mais corrupção”, salientou a representante do grupo.

Manifestantes afirmaram que não há horário previsto para deixar o local.

De acordo com as informações da Polícia Militar, o grupo segue com o ato de forma pacífica, mas não foram contabilizados o número de integrantes.

Outro lado
A reportagem solicitou um posicionamento à Oderbrecht Agroindustrial sobre o bloqueio da entrada de veículos e pessoas na unidade de Mirante do Paranapanema, feito pela FNL, mas, até o momento, não obteve resposta.  G1

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Usar FGTS para consignado pode trazer riscos

O uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para garantir o crédito consignado foi aprovado, mas esconde uma série de riscos. A ideia é que o trabalhador possa disponibilizar 10% do que tem depositado no seu fundo, somados aos 40% de multa por ter sido despedido, como garantia ao financiamento que está contratando.

Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, parece ser um benefício para a população, mas a verdade é que é mais uma ferramenta de obtenção de crédito e que pode minimizar os ganhos das pessoas no futuro e trazer sérios problemas.

O FGTS é uma garantia para o futuro. Na maioria das vezes, só pode ser usado em situações específicas. O FGTS funciona como uma poupança forçada para o trabalhador e, dessa forma, não é aconselhável usá-lo para a amortização de dívidas.

O trabalhador deve enxergar o fundo como um investimento em longo prazo. Deve ser encarado como uma reserva estratégica em caso de aposentaria ou demissão. Embora o rendimento seja o menor do mercado, o FGTS é uma forma de forçar o trabalhador a ter uma poupança.

Domingos comenta que atrelar o fundo ao crédito consignado é perder garantias, lembrando que a realização dessa obtenção do crédito não deve ser banalizada como ocorre atualmente.

Hoje, o número de funcionários de empresas, aposentados e pensionistas que pedem empréstimos com desconto em folha de pagamento cresce consideravelmente.

O resultado é que os brasileiros estão batendo recordes de inadimplência. É importante que as pessoas tenham consciência na hora de utilizar essa linha de crédito.

Para quem vai tomar qualquer crédito, é importante conhecer a sua real situação financeira, fazendo um diagnóstico financeiro e descobrindo para onde vai cada centavo do dinheiro durante o mês.

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APM se mobiliza para conter os efeitos da crise nos municípios paulistas

Prefeitos correm o risco de terminarem seus mandatos com a ficha suja


O Brasil vive uma crise com reflexo em diversas áreas da economia. No âmbito da administração pública, por exemplo, as cidades sofrem com a queda de arrecadação e, principalmente, com a má distribuição tributária entre as esferas de poder.

A situação é tão preocupante que prefeitos correm o risco de não fecharem o orçamento e terminarem seus mandatos, injustamente, com a ficha suja. Não bastasse, serviços essenciais à população correm risco de serem interrompidos pela falta de recursos.

Visando evitar um colapso no setor, a Associação Paulista de Municípios (APM) está buscando apoio junto às autoridades. Recentemente, dirigentes da instituição, liderados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), estiveram com Michel Temer para expor a situação e sugerir soluções. O presidente interino, porém, não se sensibilizou com as pautas e ainda anunciou que liberaria um valor inferior ao que realmente é devido pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O presidente da APM, Carlos Cruz, presente no encontro com Temer, reforçou a urgência da mobilização. “Nossa ideia é unir forças e construir uma corrente nacional”, disse ele.
As baixas expectativas deixadas pelo encontro com o presidente interino foram compensadas pelo apoio de Geraldo Alckmin, que recebeu a diretoria da APM no Palácio dos Bandeirantes.

O governador reconheceu a dificuldade de gestão nas cidades e aprovou a iniciativa dos prefeitos de cobrar mudanças na distribuição tributária.
“Saímos satisfeitos do encontro”, destacou Carlos Cruz. “A crise econômica também afeta a capacidade de investimento do Estado. Mas o governador se mostrou sensível às nossas reivindicações. Certamente não faltará disposição por parte dele.”

Os dirigentes da APM também se reuniram, em Brasília, com o deputado Herculano Passos (PSD), coordenador da bancada paulista na Câmara dos deputados. O parlamentar está empenhado em interceder junto a deputados e senadores.
Segundo Passos, uma saída poderia ser a derrubada do veto da Lei de Repatriação de Recursos, atualmente em discussão no Congresso.

“É um dinheiro novo, que não estava no Orçamento e que pode beneficiar os municípios, mas tem um veto da presidente Dilma que nós precisamos derrubar, para poder dividir esse recurso e socorrer os gestores neste momento de dificuldade”, afirmou o deputado.

Desequilíbrio fiscal

Por causa do desequilíbrio fiscal, 70% dos municípios do País dependem essencialmente do Fundo de Participação dos Municípios e do ICMS. Não há recursos para investimento e, principalmente, custeio.

Marco Ernani Hyssa Luiz, prefeito de Altinópolis (SP), diz que os municípios são penalizados em relação aos Estados. “Se não tomarmos medidas urgentes, os prefeitos que vão entrar ou os que serão reeleitos terão dificuldade para dar continuidade às políticas públicas”, diz ele. “Isso vai levar a uma queda grande da qualidade dos serviços prestados”.

Em ambos os encontros, a APM apresentou ao governador e ao deputado Herculano Passos um documento com uma análise do quadro atual e sugestões de medidas para minimizar as dificuldades. A lista inclui, entre outros itens, o pagamento integral do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mudanças nas regras do ISS (Imposto Sobre Serviços), revisão dos valores dos programas oficiais e das contas da Previdência Social.

A APM também entregou ao governador uma lista de reivindicações das cidades paulistas, nas áreas de Saúde, Educação e tributos. As propostas visam melhorar o funcionamento do programa Dose Certa, estabelecer uma rotina de agendamentos inteligentes para procedimentos de alta complexidade nas unidades de saúde da capital e centros de referência regionais, aumento da contrapartida estadual para serviços de transporte e merenda escolar e desoneração do ICMS para as compras municipais. “Nossa intenção é agregar força institucional e política para reverter o quadro de crise das prefeituras e melhorar as condições de gestão”, finaliza o presidente da APM, Carlos Cruz.

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